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Só o Jiu-Jitsu salva no MMA de hoje? Demian Maia, Neiman Gracie e outros debatem

O aperto de Neiman Gracie em sua luta mais recente no MMA. Foto: Bellator

A frase é icônica na arte suave: “Só o Jiu-Jitsu salva”. Em várias ocasiões o Jiu-Jitsu, de fato, salvou, seja dentro dos dojôs, nas ruas ou nas grades do MMA. Contudo, com o avanço das técnicas e estudo no esporte de luvinhas, pode ser que o caráter especial do nosso jogo de solo não esteja mais salvando tanto no MMA moderno, ou será que ainda salva?

O debate rolou entre Renato Rebelo, jornalista do Sexto Round e colunista da GRACIEMAG, ao lado de André Azevedo, comentarista do Combate, juntamente de algumas feras do Jiu-Jitsu no MMA, como Demian Maia, Neiman Gracie e Gilbert Durinho.

O assunto se estendeu com análises atuais e de outrora, embasadas pelo sucesso do Jiu-Jitsu e comentadas pelas feras que atuam nas grades com a bandeira da arte suave.

Confira no vídeo abaixo as impressões dos analistas e dos atletas e responda nos comentários: o Jiu-Jitsu ainda salva com louvor no MMA?

GMI: Itácio Lisboa fala dos benfícios do Jiu-Jitsu em programa de rádio

Professor Itácio (azul) com o diretor Alan Emanuel, do Comando Esportivo. Foto: Divulgação

O nosso Jiu-Jitsu é um esporte sem fronteiras. Todo bom professor de Jiu-Jitsu deve ser exímio ao se comunicar com seus alunos, e este pode ser o pontapé ideal para que o líder de uma academia possa espalhar os benefícios da arte suave em outros meios de comunicação.

Exemplo disso é nosso GMI Itácio Lisboa, da Gracie Barra Natal. Professor de Jiu-Jitsu há quase três décadas, o líder da GB foi convidado para tocar o programa Tatame Clube, suplemento integrante do Comando Esporte, que vai ao ar toda a terça-feira, às 20h30, ao vivo, na rádio 95FM de Natal para todo o Rio Grande do Norte.

“É um programa inédito no estado”, disse Itácio. “Não sou apresentador, mas sou professor de Jiu-Jitsu há quase 30 anos e sou da velha guarda, então outros professores, de Jiu-Jitsu e outros esportes, independente da bandeira, me vêem como uma pessoa bem relacionada para falar sobre as artes marciais.”

O programa, que tem duração de 30min, além da rádio, é transmitido ao vivo também pelo Facebook do Comando Esportivo. Confira abaixo a edição mais recente do programa!

20º aniversário do Pride: galeria histórica

Parece que foi ontem, mas, há 20 anos, fomos ao Japão para testemunhar o primeiro evento do Pride FC. Rickson e Renzo Gracie representaram o jiu-jitsu diante duma plateia de 40 mil. Veja abaixo uma fotogaleria histórica.

Na luca com Akira Shoji, Renzo Gracie buscou uma guilhotina com braço dentro, mas não conseguiu finalizar o japonês. Veja-o falando desse momento como crítico para a evolução daquela que viria a ser conhecida como sua finalização mais temida.

Renzo Gracie e Mauricio Gomes depois dum treino na Gracie Japan, em outubro de 1997.

Rickson Gracie no vestiário depois de vencer no Pride 1. Luca Atalla

Rickson Gracie sendo erguido por Renzo depois de derrotar Nobuhiko Takada.

Tokyo Dome lotada em 11 de outubro de 1997.

Rickson adentra o ringue para a luta principal do Pride 1.

Renzo Gracie pega as costas de Akira Shoji.

Renzo Gracie pega as costas de Akira Shoji.

A guilhotina com braço dentro. Essa técnica foi aperfeiçoada por Renzo por causa dessa cena. Ele refletiu sobre o motivo de não ter conseguido finalizar, e conseguiu fazer um ajuste decisivo antes do próximo evento.  

Renzo Gracie pega as costas de Akira Shoji.

Renzo volta ao vestiário depois do empate. Luca Atalla

Renzo Gracie treina com Sergio Ignacio no hotel.

Quer aprender o que é certo e o que é errado na aplicação da guilhotina com braço dentro? Veja Renzo Gracie ensinando todos os detalhes.

Demian Maia fala de sua missão no UFC: “Divulgar os benefícios do Jiu-Jitsu”

Demian quer mostrar seu Jiu-Jitsu para o mundo através das grades do UFC. Foto: Carlos Arthur Jr/GRACIEMAG

Ex-desafiante ao cinturões dos médios e meio-médios do UFC, Demian Maia tem um objetivo maior na sua estrada no MMA além da conquista do título.

Entrevistado do mês na revista de Jiu-Jitsu GRACIEMAG, o paulista também conversou ao vivo com os apresentadores do “Revista Combate”, e em meio aos assuntos comentou sobre sua verdadeira missão no MMA: divulgar o Jiu-Jitsu brasileiro.

Após o revés para Tyron Woodley e agora com luta marcada para o UFC São Paulo, que rola neste sábado, dia 28, ao vivo no Combate, contra Colby Covington, Demian falou de seus objetivos no esporte de luvinhas, que vão além de ser campeão na modalidade.

“Eu continuo motivado e quero disputar de novo o cinturão”, disse Demian. “Mas o que me empolga é a minha missão de divulgar o Jiu-Jitsu para as pessoas, a diversão de treinar e me manter no topo. Foi uma visão que eu tive há uns três anos, após ter um problema no ombro, que é a missão de divulgar o Jiu-Jitsu, que faz a diferença todos os dias na vida de tantas pessoas, e isso é mais importante do que qualquer coisa.”

Veja no video abaixo a entrevista de Demian Maia e aqueça para o UFC São Paulo, neste sábado, ao vivo no Combate!

Para ler a entrevista completa de Demian na sua revista favorita, corra até as bancas ou assine agora e leia a versão digital!

UFC Fight Night: Machida x Brunson
Ginásio do Ibirapuera, São Paulo-SP
28 de outubro de 2017

Derek Brunson x Lyoto Machida
Demian Maia x Colby Covington
Pedro Munhoz x Rob Font
Francisco Massaranduba x Jim Miller
Thiago Marreta x Jack Hermansson
John Lineker x Marlon Vera

Card preliminar

Vicente Luque x Niko Price
Antônio Cara de Sapato x Jack Marshman
Elizeu Capoeira x Max Griffin
Hacran Dias x Jared Gordon
Deiveson Alcântara x Jarred Brooks
Marcelo Golm x Christian Colombo

Veja Fabrício Werdum e Mario Reis em treino de reposição de guarda no Jiu-Jitsu

Werdum mostrou agilidade com as costas no solo na atividade puxada por Mario Reis. Foto: Reprodução

Bicampeões mundiais de Jiu-Jitsu, os gaúchos Fabrício Werdum e Mario Reis seguiram caminhos destintos no esporte, mas ambos com grande sucesso.

Werdum, após trilhar seu caminho de kimono, migrou para o MMA e chegou ao cinturão peso pesado do UFC. Mario, por sua vez, caiu dentro da missão de ser professor, e sua equipe, representante da Alliance no sul do país, fatura boa parte dos títulos por equipes na região e forma grandes campeões, como o fenômeno Nicholas Meregali, pupilo de Mario atual campeão mundial peso pesado.

O encontro das duas feras é sempre uma aula, mas o mais recente valeu até um treininho que você, amigo leitor de GRACIEMAG, pode assistir e se inspirar. Na atividade, Mario puxa Werdum para trabalhar sua reposição de guarda, colocando o peso pesado do UFC para repor nas mais diferentes situações.

Werdum mostrou que está com o quadril solto, e conseguiu recolocar sua guarda com bastante giro no teste de Mario Reis. Veja no vídeo abaixo o trabalho de Werdum e Mario Reis na King MMA, nos EUA, e poste nos comentários o que você achou do treino!

Uma publicação compartilhada por Mario Reis (@marioreisjiujitsu) em Out 25, 2017 às 11:59 PDT

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Veja o treininho de André Galvão, supercampeão do ADCC 2017 e capa de GRACIEMAG

Andre Galvão em ação no ADCC. Foto: Arquivos GRACIEMAG

Tetracampeão mundial de Jiu-Jitsu e atual bicampeão da superluta do ADCC, André Galvão além de astro do Jiu-Jitsu é daqueles competidores incansáveis nos treinos.

Capa da GRACIEMAG deste mês, após vencer Cláudio Calasans numa das principais lutas do ADCC 2017, na Finlândia, Galvão tem como uma de suas armas os camps feitos na Atos Jiu-Jitsu, sua equipe nos EUA que conta com nomes como JT Torres, Keenan Cornelius, Lucas Hulk e outros craques.

Para conhecer um pouco mais dos treinos e da preparação insana de André Galvão para conquistar títulos como o ADCC e o Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF, garanta já sua GRACIEMAG, nas bancas ou agora em versão digital, com toda a comodidade de ler sua revista de Jiu-Jitsu no computador, tablet ou celular!

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Vídeo: O estrangulamento de João Miyao no Miami Open de Jiu-Jitsu

João Miyao conquistou mais um ouro na faixa-preta. Foto: IBJJF

O Miami Open de Jiu-Jitsu rolou no último final de semana, nos EUA, com nomes conhecidos do nosso esporte em ação na busca do ouro.

Em meio aos gigantes campeões na faixa-preta, um levinho chamou a atenção com sua guarda complicada e ataques ferozes. João Miyao, astro da equipe Cícero Costha, entrou em ação na categoria de pesos-plumas e fez bonito.

Na final, Miyao encarou Rodrigo Oliveira (Fight Sports) e entregou um duelo disputado para os fãs. Depois de puxar para a guarda e subir, João trabalhou com pegada firme na calça até avançar para as costas. De lá, ajustou as pegadas e atacou no estragulamento que valeu o título.

Veja o duelo no vídeo abaixo!

Veja os melhores momentos do campeão Felipe Preguiça no ADCC 2017

Felipe parte em busca de mais um título em 2017. Foto: Divulgação

Aos 25 anos, Felipe Pena, o Preguiça, conquistou o título mais importante de sua carreira no final de setembro, quando se sagrou campeão absoluto do ADCC, considerada a copa do mundo da luta agarrada, em evento realizado na Finlândia. Depois de duas semanas dando seminários e mais uma semana de descanso, o faixa-preta de Jiu-Jitsu agora se prepara para lutar o ACBJJ (Absolute Championship Berkut Jiu-Jitsu), que acontece em dezembro na cidade de Moscou, na Rússia.

“Essa conquista do ADCC foi um grande sonho realizado”, disse Felipe, que está na capa da GRACIEMAG deste mês junto de André Galvão. “Eu sempre tive como objetivo conquistar esse título. Estou muito feliz com esse resultado. Eu acreditei desde o início que ia chegar lá. Eu estava muito bem treinado e, graças a Deus deu tudo certo. Mas o ano ainda não terminou. Em dezembro luto o ACBJJ. Essa semana já começo os treinos para essa competição.”

O mineiro é o dono do cinturão do ACBJJ na categoria até 95kg com kimono e agora vai em busca do título sem kimono. “Ainda não sei quem são os outros atletas que estarão na disputa, mas acredito que estejam alguns dos nomes que fizeram parte do torneio com kimono. Então, tenho que chegar muito bem para conseguir conquistar mais um cinturão”, disse o casca-grossa.

Confira no vídeo abaixo os melhores momentos de Felipe Preguiça no ADCC 2017.

Do baú: a queda de Ronda Rousey e a guarda de BJ Penn no treino de Jiu-Jitsu

BJ Penn pega as costas de Ronda sob os olhares de Rafa Mendes, na academia AOJ. Foto: Sports Illustrated

Dois campeões mundiais do UFC ficaram frente a frente no dojô para um confere de Jiu-Jitsu. Claro, tudo não passou de um treininho amistoso, mas as lições da atividade resgatada nos arquivos GRACIEMAG pode melhorar o seu jogo hoje.

Ronda Rousey, ex-campeã peso-galo do UFC e atriz de Hollywood, faixa-preta de Jiu-Jitsu e judô, vestiu o kimoninho azul dos tempos olímpicos e partiu para cima de BJ Penn, ex-campeão do UFC na divisão de leves e meio-médios, além de ser o primeiro não-brasileiro a conquistar o título mundial de Jiu-Jitsu na faixa-preta.

No encontro, Ronda Rousey usou sua base forte de judoca para bombardear BJ com pegadas e tentativas de derrubar, até que conseguiu levar BJ ao solo com uma bela queda. No chão, porém, a experiência do havaiano falou mais alto, e este conseguiu escapar do domínio por cima da loira, repor a guarda e levantar.

Veja um trecho da atividade entre os campeõs do UFC no vídeo abaixo!

Vídeo: Romulo Barral explica fórmula mágica do Jiu-Jitsu na GB Vila Prudente

Rominho e Turô durante o papo na Gracie Barra Vila Prudente. Foto: Reprodução

Campeão mundial de Jiu-Jitsu e um dos competidores de maior sucesso da Gracie Barra, Romulo Barral voltou ao Brasil recentemente para revistar parentes e amigos, e clero, não deixou de dividir um pouco do seu conhecimento nas academias dos seus companheiros mais próximos do tatame.

Em uma dessas passagens, Romulo visitou nossa GMI Gracie Barra Vila Prudente, em São Paulo, academia tocada pelo faixa-preta Arthur “Turô” Freitas. Depois da aula, Rominho foi escalado para conversar na frente das cãmeras, em entrevista dentro das dependências da academia.

No papo, além de falar sobre seu início no esporte e do foco que teve ao investir no Jiu-Jitsu numa época que o mesmo não era tão reconhecido quanto uma faculdade ou um bom trabalho de carteira assinada, Romulo revelou o que ele acha que é a “fórmula mágica” para vencer no Jiu-Jitsu.

“Todo mundo fala: ‘quantas horas eu tenho que treinar por dia?’, mas não existe uma fórmula mágica”, explica Romulo. “A fórmula mágica está dentro do coração da pessoa. Tem que ser algo de dentro. O Jiu-JItsu não pode ser a fuga de outra coisa, tem que vir de dentro de você.”

Confira no vídeo abaixo as dicas e os ensinamentos de Romulo Barra na academia de Arthur Turô, nossa GMI da Gracie Barra Vila Prudente!

O que esperar de Lyoto Machida x Derek Brunson na luta principal do UFC São Paulo?

Lyoto Machida e Derek Brunson fecham a última edição brasileira do UFC em 2017. Foto: Divulgação

Já estamos na semana de luta para o UFC São Paulo, que rola no próximo dia 28 de outubro, no ginásio do Ibirapuera, com transmissão ao vivo do Combate. Além do card recheado de grandes duelos, temos na luta principal o combate entre Lyoto Machida e Derek Brunson. Mas o que esperar deste combate?

Lyoto, ex-campeão dos meio-pesados, volta ao cages após dois anos parado, por conta de complicações com a USADA, e retorna ao octógono direto para uma luta principal, prevista para cinco assaltos, em um UFC no seu país. Faixa-preta de Jiu-Jitsu e karatê, neste último com perigoso jogo de contragolpes e tiros certeiros na cabeça e linha de cintura, Lyoto tem ao seu lado a disciplina das artes marciais, o que pode tirar a pressão de voltar com a responsabilidade de vencer em casa.

Brunson, por sua vez, lutou apenas uma vez num combate de cinco assaltos, e acabou derrotado logo na primeira etapa. A questão de lutar 25min no gigante octógono do UFC é território desconhecido para o americano, enquanto Lyoto já fez a maratona em três ocasiões das dez lutas principais que participou. Derek é um nocauteador. De suas oito vitórias no UFC, cinco delas vieram por nocaute no primeiro assalto. Suas mãos poderosas podem ser um problema para o bloqueio e esquiva de Lyoto, principalmente nos primeiros assaltos.

Mas e você, amigo leitor fã de Jiu-Jitsu e MMA? Quem leva a melhor na luta principal de sábado? Confira abaixo o esquenta para o duelo do UFC São Paulo e comente conosco!

Reflexões após 20 anos de Pride – vamos aperfeiçoar o Jiu-Jitsu juntos?

Luca Atalla

Semana passada eu recebi a Gallerr na academia para relembrar os 20 anos da criação do Pride.

Com um evento deste porte, a gente acaba reconstituindo um pouco da história, sempre com saudosismo. Natural – afinal, eu literalmente deixei suor e sangue naqueles ringues por uma década.

Mas, mais que isso, fiz milhares de amigos.

Ao fim do dia, no entanto, para a finalidade principal – melhorar o Jiu-Jitsu –, a gente precisa convergir para uma análise técnica que possa ser útil pra você.

Foi ali, no Pride 1, que eu descobri que aplicava a guilhotina de forma errada. Senão errada, ao menos de maneira menos que eficiente. Corrigi ali mesmo no vestiário. A tempo de usar o golpe ao meu favor no Pride 2.

No curso “Renzo Gracie – Dominando o Jiu-Jitsu”, entre os mais de 225 vídeos, há um capítulo das minhas posições favoritas. E, claro, falamos da guilhotina com o braço dentro.

A guilhotina é uma perfeita solução para o problema:

“Qual a maneira mais rápida e menos desgastante de acabar com a luta?”

Mas, revisando o curso, percebi que os vídeos que dedicamos ao assunto não tinham um nível suficiente de detalhes. Assim, apesar de em tese o curso já estar pronto, fiz questão de incluir uma análise minuciosa da guilhotina com o braço dentro.

Eu mostro como a gente costumava aplicá-la. E por que foi que a maneira antiga me custou a vitória no Pride 1. Demonstro a maneira correta, a maneira errada; explico os conceitos e aponto os ângulos para você também conseguir finalizar os seus adversários ou companheiros de treino.

A guilhotina com o braço dentro, antes destes ajustes, era, de fato, pouco considerada. Mesmo na minha vitória célebre contra o Pat Miletich, em 2006, os narradores não acreditaram no golpe (8 anos após eu finalizar o Kikuta).

Para celebrar não só os 20 anos de Pride, mas a experiência que nos fez contribuir para a melhora do Jiu-Jitsu, eu autorizei a Gallerr a cortar o preço do curso pela metade.

São agora 228 vídeos, acho. Mais de 225, com certeza. E isso tudo por apenas 60 reais. É como se você estivesse pagando menos de 27 centavos por vídeo, e o curso completo entrega muito mais que isso.

O curso completo entrega a maneira como eu vejo o Jiu-Jitsu. E espero que você goste.

Mas lembre-se, este desconto vai só até a meia-noite de sexta-feira. Então corra para a Gallerr Academy e aproveite.

Depois que você se inscrever e vir tudo, me manda um e-mail contando o que achou. Suas sugestões podem me fazer rever algum capítulo. E também ajudar na produção de um novo curso.

Obrigado.

Renzo Gracie

P.S.: Faça parte da minha família e se inscreva no curso “Renzo Gracie – Dominando o Jiu-Jitsu” até esta sexta. Pagando menos de 27 centavos por vídeo, e entendendo o Jiu-Jitsu como um todo.

20 anos de Pride: revelado o segredo da guilhotina de Renzo Gracie

Nesta série exclusiva de vídeos, Renzo Gracie relembra o Pride 1 e explica como foi que ele desenvolveu sua famosa guilhotina.

Tokyo Dome, Japão, 11 de outubro de 1997. Apesar das 40 mil pessoas que assistem, há silêncio na arena. O público respeita os lutadores, que digladiam num jogo de xadrez.

Renzo Gracie arma o estrangulamento em Akira Shoji. Nem o comentarista entende a posição. Renzo faz o que viria a ser chamado de guilhotina de braço e cabeça.

Shoji sofre, mas, eventualmente, livra a cabeça da armadilha e sobrevive à luta inteira. É a terceira luta duma das noites mais memoráveis da história do MMA: o evento inaugural do que muitos consideram a melhor organização da história do esporte — o Pride FC.

Vinte anos depois, Renzo recorda detalhes de como a frustração de não concluir o estrangulamento viria a ajudá-lo a refinar um de seus ataques mais letais.

imagem: Luca Attala

Agora sabemos que você quer aprender a técnica. Mas, antes disso, visite gallerr.com/academy e matricule-se em “Renzo Gracie – Dominando o Jiu-Jitsu” com 50% de desconto. Aprenda todos os segredos do Renzo ao longo de 225 vídeos, por apenas 60 reais — mas só até o fim desta sexta-feira, dia 27.

Voltando ao que interessa. Essa é a história por trás do estrangulamento, mas não dá pra finalizar ninguém com aula de história, não é? Veja, a seguir, as mecânicas da guilhotina e todos os conceitos relevantes.

Fechando esta série de vídeos, Renzo dá um passo-a-passo pra que você também tenha uma guilhotina irresistível de braço e cabeça.

Pronto pra colecionar pescoços? Vá à caça no seu próximo treino, e diga-nos se você se deu bem.

P.S.: A Gallerr Academy está comemorando 20 anos de Pride. O curso “Renzo Gracie – Dominando o Jiu-Jitsu” está com o preço especial de 60 reais. São mais de 225 vídeos! Matricule-se antes que termine a oferta.

Roger Gracie garante: a felicidade é treinar Jiu-Jitsu uma horinha por dia

Nas costas de Buchecha, Roger ajusta o estrangulamento que lhe rendeu a vitória. Foto: Carlos Arthur Jr.

O mito Roger Gracie, 36 anos, está satisfeito com sua estrada profissional, e agora só quer mesmo ensinar, nos seus seminários e academias espalhadas por Londres. Recentemente, a equipe GRACIEMAG teve a oportunidade de andar pelo Rio com Roger após seu feito na luta de despedida, quando finalizou Marcus Buchecha na superluta do Gracie Pro.

Roger provou novamente ser um cara normal, que mostra a foto dos dois filhos no celular, sai com os amigos, treina e repõe as energias com um copão de açaí e um prato de tapioca com queijo. O que então fez dele o melhor competidor de Jiu-Jitsu da história recente? O repórter Marcelo Dunlop foi descobrir.

GRACIEMAG: Qual é a maior lição que a carreira de Roger Gracie deixa para a comunidade do Jiu-Jitsu?

ROGER GRACIE: Acho que sobre a importância da constância dos treinos. Não tem jeito: se você quer ser bom, tem que treinar duro. Isto é, com os caras mais duros da sua academia. Dificilmente chega lá quem foge dos treinos mais complicados ou deixa de enfrentar os caras mais duros da sua categoria nos torneios. Mas “treinar duro”, repare, não quer dizer treinar para se estourar. É preciso treinar com inteligência. Eu não acredito em se preparar para um desafio de uma hora para outra.

Tenho amigos que passam um mês sem treinar, ou até mais tempo, e quando marcam uma luta tentam compensar se arrebentando nos treinos até o limite. Para mim isso encurta a vida do atleta, e prejudica o cara tecnicamente também. Eu procuro treinar todos os dias, uma horinha, e fico satisfeito. Claro que tem vezes que você está viajando, ou precisa se ausentar, mas quatro vezes por semana é tranquilo. Sem falar que se eu passo mais de uma semana sem treinar Jiu-Jitsu eu quero matar um! (Risos). A gente fica mal-humorado, nervoso… Quando fico sem treinar aumentam as dores também, ombro, joelho. Com esse meu método de treinar sempre uma horinha meu corpo nunca reclamou, e jamais operei nada.

O quanto incomodou você ler que “Roger Gracie era o azarão” contra o Buchecha, como muitos veículos publicaram antes da luta em julho?

Eu, azarão… Foi legal mostrar que esse pessoal estava enganado, né? Acharam que eu estava velho e acabado, mas na verdade o que ocorreu é que eu parei de competir cedo, para investir no MMA. E nunca parei de treinar, estudar e acompanhar o Jiu-Jitsu.

Mas vamos e venhamos, sua atuação naquele primeiro Metamoris contra o Marcus Buchecha não foi das melhores da sua carreira… O pessoal não lembrava que você estava doente naquela luta, mal tinha treinado.

E não só isso, além de eu ter pego uma virose perto da luta, eu estava na pior fase da minha vida no Jiu-Jitsu. Não sei o que era, talvez por ter ficado meio afastado do kimono para apurar o boxe, mas meu Jiu-Jitsu estava horrível. Ao rolar com os meus alunos, sentia dificuldades que jamais tinha sentido. Aí fui treinar com o Victor Estima na Inglaterra, ele bem mais leve que eu, e bati no pescoço rápido. Fiquei pensando: “Eu hein”. Depois fui treinar com o também peso médio Otavio Sousa na GB: não só não consegui passar a guarda como ainda fui raspado toda hora. Não estava entendendo o que acontecia comigo, mas aí entra o segredo, né? Não desanimar. Desistir jamais, não deixar o mau desempenho te atormentar. E voltar no outro dia, continuar treinando. Em algum tempo, recuperei a forma técnica e voltou o tempo certo das posições, e a confiança.

Sobre a luta com o Buchecha, muita gente acreditava que ele te botaria para baixo, depois das quedas que ele distribuiu no peso e absoluto no Mundial 2017…

Eu confiava nos meus treinos em pé, mas também achava isso possível (risos). Eu já tinha posto na cabeça que ele de repente me derrubaria e cairia por cima. Eu estava preparado psicologicamente para cair embaixo dele. É preciso ter sempre um plano B, estar preparado para as situações ruins. Por isso treinei tanto a defesa ao longo da minha vida, e treino até hoje: reposição de guarda, saída do cem-quilos, defesa das costas, defesa do triângulo…

Qual é o maior pecado que um jovem lutador que quer ser campeão pode cometer?

Ficar copiando posição do YouTube e não treinar o básico. Talvez seja o maior erro da molecada hoje, que se empolga com berimbolo e afins e esquece do resto.

O que você quer da vida, a partir de agora?

Quero ser um ex-competidor saudável, mantendo meus treininhos e com as academias cheias e muita gente se beneficiando do Jiu-Jitsu como foi meu caso.

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GMI: Humberto Silveira e o giro funcional para o Jiu-Jitsu na academia Shiozawa

Professor Humberto Silveira durante sua rotina de treinos de giro. Foto: Reprodução

Manter-se em movimento é a regra, e o Jiu-Jitsu é ferramenta importante no exercício funcional. Rotinas de movimentos e atividades mecânicas do corpo são infinitas na arte suave, mas o professor Humberto Silveira, da nossa GMI Shiozawa, na Bahia, gosta de uma brincadeira diferente e eficaz para soltar a musculatura.

Com uma bola funcional, equilíbrio e muita criatividade, o professor executa giros e cambalhotas no tatame para exercitar todos os músculos do corpo, antes e depois do treininho de kimono.

Repare que a movimentação de Humberto não é tão aleatória assim: todos os exercícios são baseados em situações de luta, como passagens de guarda, reposições e estabilizações por cima.

Por isso, fica a dica: Faça o seu treino mais divertido e mantenha o corpo em movimento com o Jiu-Jitsu! Confira no vídeo abaixo o treino de Humberto Silveira e poste nos comentário como você faz o seu treino ser diferente!

Academia Shiozawa
Rua da Forca, Praça da Piedade
Centro, Salvador – Bahia
# (71) 3329-4704
desertao1@hotmail.com

Jiu-Jitsu: 5 finalizações históricas nos 20 anos do Pride FC

Rodrigo Minotauro e o armlock em Cro Cop na luta do ano de 2003. Foto Susumu Nagao/GRACIEMAG

Neste mês de outubro, o famigerado Pride Fighting Championship, um dos maiores eventos de MMA que o mundo já viu, completa 20 anos. O Pride 1, realizado no dia 11 de outubro de 1997, foi um marco na história japonesa de artes marciais mistas.

A organização, que tinha como base as gigantes Tokyo Dome e Saitama Super Arena, ambas na capital Tóquio, recebeu grandes nomes do nosso esporte, que trilharam seu caminho por lá e se tornarm lendas no MMA.

Feras como Rodrigo Minotauro, Fedor Emelianenko, Wanderlei Silva, Maurício Shogun, Ricardo Arona, Anderson Silva, Mirko Cro Cop e muitos outros astros passaram por lá e assim chegaram ao panteão do esporte de luvinhas.

E para trazer boas recordações ao fã de Jiu-Jitsu e MMA, separamos 5 grandes finalizações no Pride para você relembrar. Confira a lista:

Rodrigo Minotauro x Mirko Cro Cop – Pride Final Conflict (2003)
Fedor Emelianenko x Kevin Randleman – Pride Critcal Countdown (2004)
Nick Diaz x Takanori Gomi – Pride 33 (2007)
Rodrigo Minotauro x Mark Coleman – Pride 16 (2001)
Ryo Chonan x Anderson Silva – Pride Shockwave (2004)

Faltou alguma finalização da sua lista de favoritas, amigo leitor? Deixe nos comentários e comemore conosco os 20 anos do lendário Pride!

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Jiu-Jitsu: O mata-leão vencedor de Ary Farias no ACB MMA, no Rio

Aryzinho aplica o mata-leão da omoplata e quase termina a luta no primeiro assalto. Foto: Leonardo Fabri

Evento do leste europeu, o Absolute Championship Berkut (ACB) realizou sua 73ª edição em terras brasucas, mais precisamente no Rio de Janeiro, e trouxe um card recheado de grandes lutas.

Acostumados a luta em casa, os russos tiveram trabalho para se acostumar com o calorão de Campo Grande, e os brasileiros fizeram a festa nos confronto diretos. Contudo, foi num duelo de compatriotas que o fã de Jiu-Jitsu vibrou mais.

O combate em questão foi entre Ary Farias, conhecido atletas dos mundiais de Jiu-Jitsu que segue em sua cartada no MMA, contra Nilton Galvão. Após investir na trocação para driblar o adversário, Ary atacou no double-leg e foi ao chão. Por cima no solo, Ary montou, golpeou e atacou na omoplata com mata-leão e quase liquidou a fatura na primeira etapa.

No segundo round, ao desviar de uma investida de Nilton, Ary conseguiu pegar as costas e assim finalizar no mata-leão derradeiro, que lhe colocou de volta ao caminho das vitórias no MMA.

Reveja a luta completa no vídeo abaixo!

Bullying nas escolas? Entenda como o Jiu-Jitsu pode ser o antídoto em 11 lições

Nosso GMI Cleiber Maia, professor da LPM JIu-Jitsu, de Laranjeiras. Foto: Divulgação

O bullying nas escolas, como os vulcões, pode ser um fenômeno ora adormecido, ora em erupção – com riscos de calamidades.

De fato, como se vê nos EUA há décadas e mais recentemente no Brasil, é difícil prever casos nos quais as brincadeiras de mau gosto podem culminar em reações trágicas. Há, porém, um remédio para o mal que nunca falha, não tem contra-indicação e nem é custoso para os colégios: a prática do Jiu-Jitsu, uma ferramenta que desde os anos 1920 é usada por grande mestre Carlos Gracie contra a covardia e a timidez infantil.

Segundo o professor Cleiber Maia, nosso GMI na escola LPM Jiu-Jitsu, a arte suave vai além de um simples sistema de lutas, mas acaba sendo uma ferramenta integradora, capaz de promover a união entre crianças, adolescentes e adultos, gerando confiança em qualquer faixa etária.

“Vivenciar e ensinar o Jiu-Jitsu como defesa pessoal ajuda a combater as relações abusivas”, defende Cleiber, que listou 11 dicas para os professores ajudarem a minimizar o bullying entre os mais jovens. Confira e comente!

1. O professor deve criar instrumentos para agregar a família dos alunos, como eventos de graduação, competições internas e com outras equipes, aniversários, aulão de pais e filhos, confraternizações rotineiras etc.

2. A equipe deve estar imbuída do sentimento de acolhimento aos novos alunos de forma indiscriminada.

3. O compartilhamento generoso do conhecimento deve ser uma prática diária entre professores e também entre os alunos.

4. O professor deve garantir que não ocorra, em hipótese alguma, relações abusivas no dojô. Cuidado com práticas que parecem inofensivas, mas que podem conter algum resquício de uma cultura de opressão e covardia, como apelidos depreciativos, linchamentos com faixas, preconceito etc.

5. O lema durante o treino deve ser: “Se o adversário está tendo facilidade demais, dificulte. Se está tendo dificuldades demais, facilite”.

6. A equipe deve apoiar o movimento de superação das limitações pessoais de cada membro dela.

7. O professor tem de garantir que o dojô, acima de tudo, seja um ambiente de educação.

8. No Jiu-Jitsu aprendemos que o incômodo é uma benção. Ele faz o adversário sair do ponto onde está em busca de uma condição melhor.

9. O professor deve ser um estudioso atento da natureza humana. Deve entender e respeitar as paixões que movem seus alunos com mais intensidade, para norteá-los como modelos de virtude.

10. O aluno deve perceber que toda luta deve ser em prol uma causa maior, de interesse coletivo.

11. O mérito deve estar sempre no esforço e não na vitória. O sucesso ou fracasso do outro não deve ser referência quando se trata ensino e educação. Cada aluno tem seu próprio tempo de aprendizado, seus anos de tatame e seus próprios objetivos.

As lições de Jiu-Jitsu e artes marciais que aprendemos com Pelé, rei do futebol

O rei Pelé treinou judô e karatê quando jovem, artes que o ajudaram a não ser derrubado facilmente ao driblar. Foto: José Herrera/ Divulgação

Eterno mito do esporte mundial e aniversariante neste dia 23 de outubro, o rei do futebol começou sua vitoriosa carreira de kimono e faixa-branca.

Sim, Pelé, ou Edson Arantes do Nascimento para os não íntimos, era um adepto das artes marciais. E não praticava apenas por prazer, mas por ver nas lutas diversos benefícios físicos e mentais.

Eleito o “Atleta do Século XX” pelo jornal francês L’Équipe e pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), Pelé, de 77 anos, lançou uma série de livros ao longo de sua carreira. É no seu “Pelé, a autobiografia” (Editora Sextante), de 2007, que o gênio da bola distribui uma série de lições úteis a artistas marciais e a você leitor, praticante de Jiu-Jitsu.

Hoje, o GRACIEMAG.com relembra algumas dicas do rei do futebol, para nossos leitores lutadores terem o mesmo sucesso – ou, vá lá, quase o mesmo sucesso – do artilheiro dos mil gols.

1. A chave de braço quase fatal

Menino na cidade de Bauru, São Paulo, o pequeno Edson quase perdeu a vida por não saber lidar com uma singela chave de braço. Foi num dia de calor, quando brincava numa cachoeira lamacenta, que o futuro rei tomou um de seus maiores sustos. “Eu estava nadando com alguns amigos quando um garoto grandalhão chamado Zinho me puxou para a parte funda do rio. Eu me debati com as pernas enquanto ele me dava uma chave de braço. Mais ou menos no meio do rio, acabamos enroscados um no outro, eu prendendo as pernas dele – e foi o suficiente para começarmos a nos afogar.” Foram salvos por um adulto que passava, e que esticou uma vara para os dois molecotes. “Ele nos salvou. Depois disso, lembro de sentir que Deus devia estar de olho em mim, exatamente como no dia em que eu quase caí de um trem.” Um perigo estúpido porém real, que algumas simples aulas de Jiu-Jitsu teriam sido suficientes para evitar.

2. O pai Dondinho e o conselho

O ex-jogador Dondinho flagrou certo dia o filho Pelé com um cigarro. O jogador devia ter uns 13 anos. Em vez de uma boa surra, recebeu do coroa um conselho, olho no olho: “Você tem talento para o futebol. Pode até virar um craque, mas não vai fazer sucesso nessa profissão se fumar ou beber. O seu corpo não vai aguentar.” Desde então, Pelé nunca mais tocou num cigarro.

Em sua casa, Pelé testa um golpe no amigo e professor de Jiu-Jitsu Ronaldo Aoqui. Foto: Divulgação

3. O dia em que o rei quis desistir

Antes de se tornar craque e vencedor, Pelé sofreu uma derrota marcante. Num jogo entre seu Santos e o Jabaquara, no sub-16, o jovem artilheiro chutou um pênalti por cima do travessão, e o time perdeu o caneco. Pelé chorou, transtornado. Na manhã seguinte, perto de 6h30, acordou e quis deixar o clube, onde morava. De malas prontas para voltar para casa e desistir de tudo, foi barrado pelo funcionário Sabuzinho. “Quando ele entendeu o que eu estava tentando fazer, Sabuzinho me deu uma importante lição de moral. Todo mundo comete erros de vez em quando, ele disse; o segredo é aprender com eles, não desistir por eles.”

4. Pelé e o judô

Perfeccionista ao extremo, dono de rara compleição física, Pelé repetia e repetia os fundamentos, como chutes e pulos para cabecear. “Treinava mais o meu pé esquerdo, que tinha menos potência do que o direito”, ensina. Foi no início de carreira, em 1957, que experimentou as artes marciais. Ciente de que o preparo físico seria fundamental em sua vida de jogador, ele investiu nas lutas: “O Santos tinha um ginásio, e, durante um ano, aprendi karatê, que foi muito importante: me ensinou a cair e saltar. Depois disso, aprendi judô, que me ajudou a aprimorar o equilíbrio e a agilidade. Quando eu driblava os adversários, dificilmente caía”.

Parabéns Pelé, e obrigado!

**** Artigo publicado originalmente nas páginas de GRACIEMAG #210. Para assinar sua revista de Jiu-Jitsu predileta e aprender com artigos assim todo mês, agora em formato digital, clique na imagem a seguir.

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“Do Jiu-Jitsu ao MMA”, com Rodolfo Vieira e Bruno Malfacine, estreia hoje no Combate

Bruno Malfacine e Rodolfo Vieira nos bastidores do Shooto. Foto: Carlos Arthur Jr.

Se há alguns anos o caminho de migração entre a arte suave e o MMA era natural, nos tempos modernos a coisa mudou de figura. Contudo, dois astros dos tatames resolveram calçar as luvinhas e entrar nos cages do esporte de artes marciais mistas para provar mais uma vez o valor do nosso esporte.

É com essa premissa que o Combate, junto com a Mixer Films, produziu o documentário “Do Jiu-Jitsu ao MMA”, que vai ao ar nesta segunda-feira, a partir das 20h. O documentário acompanha os detalhes da migração e preparação de Rodolfo Vieira e Bruno Malfacine, campeões na arte suave, em sua passagem para o MMA.

Rodolfo, campeão mundial absoluto em 2011, fez sua estreia no Arzalet Fighting Globe Championship, em fevereiro, após meses de treino na ATT, sob a batuta de Ricardo Libório. Bruno, nove vezes campeão mundial pela IBJJF, entrou pela primeira vez no cage no Shooto 74, em agosto deste ano, em evento no qual Rodolfo fez sua segunda luta profissional, e a produção acompanhou todas as emoções dos bastidores e dos duelos.

“Tenho certeza que essa série irá inspirar não apenas atletas do nosso meio”, disse Rodolfo. “Mas qualquer pessoa, independente da sua profissão. Porque o que não falta são valores e princípios que a arte marcial nos ensinou. Esses que são aplicáveis em qualquer área e em qualquer relação. ”

Não perca hoje, as 20h, a estreia da série “Do Jiu-Jitsu ao MMA”, no Combate.

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