GracieMag News

Estude a meia-guarda profunda no Jiu-Jitsu com o GMI Marcos Giusti

Marcos Giusti com seus alunos na Alfa. Foto: Reprodução

Professor da equipe Alfa BJJ em Santa Catarina, o faixa-preta Marcos Giusti deu recentemente um seminário beneficente em Araranguá, com variados aspectos da meia-guarda profunda, um recurso excelente para você raspar oponentes de todos os pesos e níveis técnicos.

Giusti ensinou como engatilhar a posição, o uso da lapela, a hora de pendular e outros toques valiosos para o praticante que curte meia-guarda.

Nosso GMI também aproveita para apresentar a academia aos leitores de GRACIEMAG:

“Os objetivos principais da nossa equipe Alfa BJJ são nossos projetos sociais”, explica o faixa-preta. “Prezamos também oferecer as melhores condições para nossos franqueados poderem desenvolverem seus trabalhos com autonomia e responsabilidade, podendo assim formar campeões nos tatames e principalmente na vida.”

Professor Marcos prossegue:

“A Alfa BJJ cresce muito, em Santa Catarina e em outros estados, em função de sua forma de gestão diferenciada, valorizando mais seus professores/instrutores e não cobrando taxas de seus franqueados. Estamos em 20 estados, e começamos o plano de expansão há menos de um ano. Estamos apenas começando.”

Alfa Jiu-Jitsu Academy
Rua Rui Barbosa, 69, segundo piso
Centro, Araranguá
# (48) 3524-2527
academiagiusti@gmail.com
www.alfabjj.com.br

Redes sociais:
https://m.facebook.com/alfabjj
@alfajiujitsuacademyoficial

Campeão de Jiu-Jitsu, Fabrício Werdum encara luta principal do UFC Austrália

Werdum pega as costas antes de finalizar no armlock no FUC 2016. Foto: Buda Mendes/Zuffa LLC via Getty Images

Campeão mundial de Jiu-Jitsu ex-campeão peso pesado do UFC, Fabrício Werdum segue firme em busca de nova chance de conquistar o título no MMA. Após finalizar rápido em sua última apresentação, no UFC 216, e não ter gancho extenso dos médios, o brasileiro volta para o octógono, em luta importante para a sua escalada.

Werdum fará a luta principal do UFC na Austrália, no dia 18 de novembro, em Sydney. Ele encara o polonês Marcin Tybura. O brasileiro chega para substituir Mark Hunt, que faria a luta contra Tybura, mas foi retirado do evento pelo UFC por problemas médicos, segundo a organização.

Werdum (22v, 7d, 1e) quer voltar oos trilhos e recuperar sua sequência de vitórias para assim desafiar o dono do cinturão. Para conquistar o título, em junho de 2015, Fabrício bateu cinco adversários seguidos, como Roy Nelson, Minotauro e Mark Hunt, para assim encarar e finalizar Cain Velasquez pelo título. Depois de perder a cinta para Stipe Miocic, Werdum venceu Browne em revanche e foi superado por Alistair Overeem, antes de sua vitória mais recente.

Tybura (16v, 2d), por sua vez, chega com ritmo ascendente. Perdeu em sua estrai no UFC mas venceu suas três últimas lutas, e busca contra Werdum manter sua sequência de sucessos para tentar um lugar ao sol em uma categoria tão aberta quanto a dos pesos pesados.

E para você, amigo leitor, Werdum tem as armas para superar o polonês e ficar mais próximo de uma disputa de cinturão? Comente conosco!

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Jiu-Jitsu: relembre o estilo de Rockson Gracie, saudoso filho de Rickson

Rockson Gracie em ação na Copa Rickson Gracie, na Califórnia. Foto: Reprodução


Primogênito do mestre Rickson Gracie, Rockson Gracie foi um fenômeno no Jiu-Jitsu. Antes de nos deixar, em dezembro de 2000, Rockson se apresentou em alguns torneios de Jiu-Jitsu, sempre com o estilo para frente da família mais casca-grossa do mundo.

Uma dessas lutas aconteceu na 1ª Copa Rickson Gracie, realizada em 1997, na Universidade de Los Angeles. Ainda na faixa-azul, Rockson encarou o japonês Manami, em duelo passador x guardeiro.

Depois de pontuar com passagens de guarda e muitos ataques, Rockson venceu por pontos e garantiu o título faixa-azul peso-pluma do evento.

Confira abaixo o estilo do saudoso Rockson Gracie!

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Marcio “Macarrão” Stambowsky: “O ingrediente principal para evoluir no Jiu-Jitsu é o amor”

Neiman, Marcio Macarrão e Deborah Gracie: família de faixas-pretas. Foto: Divulgação

“Os tempos vão passando, e o galo jovem vai virando o galo forte da tribo”, constata Marcio “Macarrão” Stambowsky, ao falar do filhão Neiman, que se prepara para mais um desafio no MMA, contra Javier Torres, no Bellator 185, dia no dia 20 de outubro de 2017.

Neiman, seu filho de 28 anos com Carla Gracie, coleciona seis triunfos, cinco por finalização. A cada luta, o paizão vai aprendendo mais a domar a adrenalina gigantesca de ver um filho sair na mão no MMA. Mas aprender algo novo a cada dia sempre foi a praia de Macarrão, apelido que ganhou nos tempos de surfista em Ipanema, na época em que começou a treinar com o mito Rolls Gracie.

Conversamos com o mestre de 58 anos, hoje faixa vermelha-e-branca, sobre suas famosas raspagens, sobre os treinos em sua academia Gracie Sports em Connecticut, na cidade de Norwalk, e muito mais. Leia e aprenda com quem sabe.

GRACIEMAG: Você começou a treinar em 1975, e recebeu em junho deste ano a faixa vermelha-e-branca. O que tem aprendido nesta sua nova fase, acompanhando o Neiman no MMA?

MARCIO MACARRÃO: Um prazer estar falando com o GRACIEMAG.com. Olha, cada luta dele tem sido um aprendizado imenso. É uma adrenalina gigantesca, mas acho que estou conseguindo administrar melhor esse nervosismo a cada combate. Já fui córner dele umas quatro vezes, mas realmente não gosto. O que me acalma um pouco é perceber que a determinação, a garra e a vontade dele são grandes e genuínas. E, claro, o fato de que ele está treinando sempre muito forte com seus companheiros, lá no time duríssimo do Renzo em Nova York, me passa mais tranquilidade, pois vejo que ele está pronto para os desafios que aparecem. Quando ele me vê nervoso, diz: “Pô pai, fica nervoso não que estou de boa”. Sou fã do Neiman, tenho muito orgulho dele. E, quando um pai vê que o filho se dedicou para estar ali, e realmente gosta do que está fazendo, a adrenalina dá lugar a outros sentimentos. Neiman é um casca-grossa e tem provado isso: já foi posto a testes duros algumas vezes, como em sua segunda luta (contra Dustin Holyko) e mostrou que resiste bem.

E ele já esbanjava essa vontade de competir desde garoto?

O Neiman, quando tinha 5 anos, me dizia: “Quero um dia lutar no Japão!”. Já estava vidrado ao ver os primos e tios lutando no Pride FC, o Royce, Ryan, Renzo, Ralph… Eu brinco com ele de Jiu-Jitsu desde os 3 anos, mas ele começou a se preparar de verdade na adolescência, sempre teve a mente aberta e muita vontade de aprender tudo relativo a lutas. Por exemplo: quando garoto, ia até Copacabana no Manimal se testar no muay thai. No fim das contas, acredito que o ingrediente mais importante para você atingir o sucesso em qualquer atividade da vida é o amor. Ter amor por alguma coisa é o primeiro passo, só assim você passa a se dedicar, de fato, a tentar fazer da melhor maneira, a procurar se superar e aprender cada detalhe. E isso percebo que ele tem dentro dele. É caseiro, está há 13 anos casado com a Karina, uma esposa madura… Ou seja, vive para a luta e tem muito foco fora da academia também.

Competir no Jiu-Jitsu desde criança foi vital para ele hoje, tecnicamente?

Sem dúvida, mas creio que a maior vantagem que os campeonatos de Jiu-Jitsu deram a ele foi a experiência, apesar da pouca idade. Com os torneios ele adquiriu tranquilidade, aquela capacidade de se acalmar na hora do perigo que salva o lutador de MMA. A parte psicológica dele é forte graças às competições de Jiu-Jitsu, e desde pequeno ele se mostrou muito raçudo, muito valente. Como os treinos lá na academia do Renzo são fortíssimos, ele está evoluindo bem.

É verdade que o Jiu-Jitsu entrou na sua vida quase como uma brincadeira?

Pois é. Eu gostava muito de ver filmes do Bruce Lee, de soltar as pernadas e brincar de lutas com meu irmão e os amigos. Um dia meu amigo Maurição Gomes, hoje famoso professor e pai do Roger, foi lá na minha casa no Leblon e nos embolamos de brincadeira. Mas naquela vez eu não consegui fazer nada com ele: ele me clinchou, me levou ao chão e me dominou, isso umas três vezes. “O que é isso, rapaz?”, eu me espantei. “É que agora estou fazendo Jiu-Jitsu, lá no João Alberto Barreto”, ele explicou. Meio fascinado com aquela novidade, falei com meu pai e ele falou que me levaria para treinar no Carlson. Quando cheguei lá, dei de cara com o Rolls, que dividia a academia com o Carlson, na recepção. A figura dele me causou uma grande impressão – era novinho, já de faixa-preta na cintura, simpático e magrinho. Ele me mostrou a academia e me matriculei na hora. Lembro que ainda explicou: “Os horários são diferentes. Você quer ser aluno meu ou do meu irmão Carlson?”. Não entendi direito e disse que tanto fazia. Mas ao olhar para o Rolls reparei que ele tinha um olhar forte, penetrante, e desconfiei que tinha falado besteira: “Não, olha, eu quero ser seu aluno”, emendei. Nem tinha ouvido falar do Rolls antes. Depois o Maurição acabou vindo treinar com a gente.

Você começou a treinar naquele mesmo dia?

Não, o Rolls não tinha kimono para vender e me falou para comprar ali numa loja perto da academia de judô Cordeiro. No dia seguinte voltei. E desde aquela primeira aula do Rolls fiquei apaixonado pelo Jiu-Jitsu. Percebi que era uma atividade que eu poderia realmente aprender, não era nada mirabolante mesmo para uma criança. Era curioso porque naquela época o Jiu-Jitsu era somente uma arte marcial, não era visto como esporte pois não havia quase competições. E o MMA nem existia.

O que você aprendeu nessas primeiras aulas, mestre?

O Rolls me pôs para aprender apenas defesa pessoal em pé e no chão, nas primeiras 45 aulas que tive. Defesa de gravata, quedas, paulada etc. Acredito que aquilo me deu uma base muito sólida para o meu Jiu-Jitsu, pois são nessas 45 aulas que o aluno compreende profundamente o sistema de alavancas do Jiu-Jitsu na prática. É a partir do momento que você entende o que está fazendo, que entende o que está buscando, que o aperfeiçoamento se torna possível e se acelera. Não se pode “decorar” na aula de Jiu-Jitsu.

Dá para comparar os alunos daquele tempo, os anos 1970/80, com os seus alunos de hoje? Eles buscam as mesmas respostas, quando procuram o Jiu-Jitsu?

Creio que aqui na América muitos dos meus alunos buscam a arte para saciar um lado esportivo, de disputas, que eles costumam desenvolver nos tempos de universidade. Mas muitos jovens e senhores continuam se matriculando para saberem se defender, como antigamente. Mas o Jiu-Jitsu é muito amplo, e pode ser ensinado em três partes um pouco diferentes: a defesa pessoal; o Jiu-Jitsu esportivo, com ou sem kimono; e o Jiu-Jitsu aplicado para o MMA, uma aula mais específica para atletas que buscam ser profissionais. Mas acho que todo aluno busca conhecimento: conhecer a técnica, conhecer a si mesmo.

Você buscou o Jiu-Jitsu para quê?

Para aprender meios de me defender mesmo. Como eu era o terceiro irmão mais novo, o bullying já começava dentro de casa. E nunca foi fácil ser criança no Rio de Janeiro. Eu gostava de surfar em Ipanema, perto de casa, e os mais novos também eram intimidados. Depois que comecei a treinar eu ficava até torcendo para algum surfista vir tentar alguma coisa comigo! Mas o bullying acabou rápido; em casa, fiz um dia meu irmão mais velho batucar 200 vezes… Na praia alguém comentou que eu competia e treinava no Rolls, então nunca mais mexeram comigo. Passaram até a me incentivar: “Vai que essa onda é sua!” (risos).

Qual foi a luta mais marcante da sua carreira?

Houve algumas, uns tira-teimas na academia. Mas lembro de uma das primeiras lutas que fiz, eu ainda estava começando como competidor. Eu puxei para a guarda, pus na fechada, estrangulei e o cara dormiu. O Rolls a partir daí ficava brincando comigo: “Vamos lá, usa a poderosa!”. Eu gostava muito também de raspar e cair montado, já pegando o braço. Aqui na América hoje o pessoal até apelidou de “Macarrão sweep”.

Você sempre foi considerado um mestre das raspagens. O que acha das guardas modernas?

Eu acho que tem muita novidade mas metade do que estamos vendo aí já existia antigamente, fica sendo usado por um tempo depois é esquecido… E depois volta com força, é normal. O que muda são os apelidos da posição. Os detalhes realmente novos e modernos eu gosto de experimentar. Penso como um médico: se um doutor ficar 20 anos sem estudar ele se torna obsoleto. Meu jogo sempre foi de guarda fechada, tive uma guarda poderosa como competidor, mas não gosto de ensinar somente o que funciona no meu jogo, eu passo ao aluno uma visão geral, inclusive técnicas modernas. Só não gosto é de firulas. Hoje em dia, inclusive, mais velho, estou virando até mais passador.

Algum outro episódio sensacional que você guarde com carinho?

O mais sensacional de tudo foi poder ter feito parte dessa história, do início da saga do Jiu-Jitsu. Foi um tempo romântico e muito bacana, em que ninguém conhecia a arte suave. Sempre acreditei que o Jiu-Jitsu cresceria muito e chegaria longe, mas todo dia eu me espanto ao ver a proporção que a arte atingiu nos dias de hoje, algo fenomenal.

Vitor Terra ensina transição da omoplata para as costas com finalização no Jiu-Jitsu

Uma opção da chave omoplata para surpreender seus adversários. Foto: Reprodução

Professor da Gracie Terra, nossa GMI na Zona Sul do Rio de Janeiro, Vitor Terra mostrou uma valiosa transição da chave omoplata para chegar direto às costas, com opção de finalizar no braço. Você, leitor estudioso de GRACIEMAG, pode conferir a aula e adicionar mais este macete no seu jogo.

Na aula, Vitor primeiro ressalta a importância de não deixar espaço algum para o adversário que se encontra na chave. Depois, antes de arrochar no braço na omoplata, o faixa-preta dá um passo para fora e joga a perna por cima das costas do adversário, já com os ganchos praticamente postos para pontuar.

Como se não bastasse a posição de superioridade, Vitor Terra ainda mostra uma opção de finalização no braço que sobra da transição. Basta prender o membro embaixo da axila, dar um pequeno passo à frente e torcer a articulação.

Ficou curioso? Clique no vídeo abaixo e confira mais uma aula com a excelência do nosso time GMI!

GMI: Paulo Peposo e a arte de socializar alunos com o Jiu-Jitsu

Professor Paulo Curi com seus alunos da Peposo Team. Foto: Divulgação

Faixa-preta de Jiu-Jitsu há mais de duas décadas, Paulo Peposo tem largo histórico de contribuições à sociedade. Líder da nossa GMI Peposo Team, escola sediada em Minas Gerais, Paulo é inspetor da polícia civil e ensina defesa pessoal há 26 anos dentro da Academia da Polícia Civil do estado. Contudo, o sábio professor foi além.

Além de sua atividade profissional para auxiliar na segurança, o faixa-preta ainda tinha a preocupação com a integração dos jovens. Acostumado com a vida de antigamente, na qual a prática de esportes unia a criançada do bairro, Paulo sentiu que em tempos mais modernos a essência da atividade esportiva em grupo estava se perdendo. Sem pensar duas vezes resolveu se mexer, e a mudança veio.

“Sempre fui muito ligado ao esporte”, conta a fera. “Fiz natação, futebol, judô e Jiu-Jitsu. Fui um jovem ativo, comecei a trabalhar cedo, servi ao exército, fui lecionar judô e desenvolvi bastante o Jiu-Jitsu. Depois de fundar a Peposo Team, refleti sobre a importância do esporte na minha vida e como tais atividades estavam deturpadas. Só se fala em esporte associado ao dinheiro. Como vou fazer para que todos entendam que o esporte é para socializar, que somos todos iguais, e mesmo na dificuldade podemos superar e ter resultados que não sejam só financeiros?”

“Pensando nisso, comecei a campanha ‘Adote um Atleta’, onde um adulto ajudava um jovem a competir, contribuindo com a inscrição ou um kimono, tudo muito simples. Sabia que seria difícil, mas não desanimei e criei outro projeto, o ‘Samurais do Amanhã’. Ao longo destes anos todos dedicados ao esporte, formei 50 faixas-pretas de Jiu-Jitsu e 25 instrutores de defesa pessoal. Já ouvi dizer que agir não adianta, que não vou consertar o mundo, mas mesmo com tudo contra eu vou em frente. Desistir não é o meu forte.”

E você, amigo leitor, o que já fez para tornar sua região e seu bairro um lugar melhor? Conte a sua história de sucesso no Jiu-Jitsu nos comentários a seguir!

Dimitrius Souza finaliza no triângulo e fatura ouro duplo no Floripa Open de Jiu-Jitsu

Dimitrius posa orgulhoso com suas medalhas de ouro do Floripa Open. Foto: Reprodução

A bela cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, recebeu grandes lutas com mais uma edição do Floripa Spring International Open da IBJJF. Feras do Jiu-Jitsu entraram em ação no último final de semana, e deram um show.

Na divisão adulto faixa-preta, o nome da vez foi o de Dimitrius Souza. Craque da Alliance, Dimitrius faturou ouro duplo na competição, ao vencer tanto na divisão de peso pesado quanto no absoluto.

Pelo título na categoria, Dimitrius superou Henrique Lima (Checkmat). No peso aberto, o faixa-preta da Alliance encarou José Cardoso (Ceconi Team), campeão no meio-pesado, e liquidou a fatura ao finalizar no triângulo. (Veja no fim da matéria).

Outros destaques ficaram para Otávio Nalati, que depois de passar um sufoco para chegar no evento conquistou o ouro no pesadíssimo e o bronze no absoluto; Hugo Marques, fera da nossa GMI Soulfighters que se jogou no peso médio e ficou com o ouro, assim como seu professor Leandro Tatu Escobar, campeão no master 2 peso-pluma; e Juninho Boi, nosso GMI na FF Team, que ficou com o topo do pódio na categoria super pesado do master 1.

Veja no vídeo abaixo a finalização de Dimitrius Souza pelo ouro no absoluto e confira os resultados da faixa-preta logo em seguida!

PRETA / Adulto / Masculino / Galo 1 – Felipe Rodrigues Giarolla – Qatar BJJ – Brasil 2 – David Herrera Jr. – Soul Fighters BJJ

 

PRETA / Adulto / Masculino / Pluma 1 – Thales Nakassu – CheckMat 2 – Rafael Felippi – Nova União 3 – Alexandre Fernandes de Souza – Rostan Lacerda 3 – Marcio Ferreira do Nascimento – Colisão Jiu-Jitsu

 

PRETA / Adulto / Masculino / Pena 1 – Rodrigo Francioni Dias – Rilion Gracie JJ 2 – Gustavo Mendes M. Praxedes Leal – Nova União 3 – Daniel dos Santos Fagundes – Scorpyon Jiu-Jitsu 3 – Eduardo Yezeguiellian Botega – Zenith BJJ

 

PRETA / Adulto / Masculino / Leve 1 – Luciano de Macedo Bernert – A.S Team 2 – Carlos Alberto Makla Filho – BTT 3 – Osmar Gustavo Telles – A.S Team 3 – Ricardo Rocha Lima – Ns Brotherhood

 

PRETA / Adulto / Masculino / Médio 1 – Hugo Doerzapff Marques – Soul Fighters BJJ 2 – Matheus Carmona Pequeno Barros – Akxe BJJ 3 – Jan Buatim Wamser – Ns Brotherhood 3 – Matheus Linhares Knorr – Drill BJJ

 

PRETA / Adulto / Masculino / Meio-Pesado 1 – José Henrique Cardoso – Ceconi KMKZ 2 – Luiz Fernando Nascimento Das Neves – Ceconi KMKZ 3 – Andre Felipe Brasil Cassio – Gracie Elite Team 3 – Helvecio Augusto M. Penna Neto – De La Riva JJ

 

PRETA / Adulto / Masculino / Pesado 1 – Dimitrius Soares Souza – Alliance 2 – Henrique Russi Felix de Lima – CheckMat 3 – Juan Marcel – FF Team BJJ 3 – Manoel Fernandes de Oliveira Neto – Cia Amazonense de Jiu-Jitsu

 

PRETA / Adulto / Masculino / Super Pesado 1 – Vitor Fabio Martins Toledo – Atos Jiu-Jitsu 2 – Erick dos Santos da Rosa – A.S Team 3 – Adriano da Silva Sousa – Gracie Barra

 

PRETA / Adulto / Masculino / Pesadíssimo 1 – Otavio de Souza Nalati – Team Lloyd Irvin Brazil 2 – Marcelo Tarso Strada – Atos Jiu-Jitsu 3 – Maycon Alexandre Silva Martins – Black Helmets 3 – Rafael Bettega Costa – A.S Team

 

PRETA / Adulto / Masculino / Absoluto 1 – Dimitrius Soares Souza – Alliance 2 – José Henrique Cardoso – Ceconi KMKZ 3 – Henrique Russi Felix de Lima – CheckMat 3 – Otavio de Souza Nalati – Team Lloyd Irvin Brazil

 

PRETA / Adulto / Feminino / Super Pesado 1 – Tayane Porfírio de Araújo – Alliance

 

PRETA / Adulto / Feminino / Absoluto 1 – Tayane Porfírio de Araújo – Alliance

 

PRETA / Master 1 / Masculino / Pena 1 – Marcelo Pereira Dos Santos – Nova União 2 – Josimar de Souza Sirino – Rocian Gracie Jr. 3 – Estevão dos Santos – Nova União 3 – Rafael Santiago de Oliveira – The Grind MMA Academy

 

PRETA / Master 1 / Masculino / Leve 1 – Iuri Cilenti – Alliance 2 – Henrique Colombo de Holanda – Atos Jiu-Jitsu 3 – Fabio Juliano Silva Debiaso – Gracie Humaita RJ 3 – Genes Martins de Freitas Neto – Neto Fight Team

 

PRETA / Master 1 / Masculino / Médio 1 – Leonardo Barao Krauser – Marcello C. Monteiro BJJ Coach Brasil 2 – Wanduir Lima – Hélio Soneca Brazilian JJ 3 – Everthon Cavalcanti Rosas de Souza – A.S Team 3 – Ricardo Fernando da Silva – Rilion Gracie JJ

 

PRETA / Master 1 / Masculino / Meio-Pesado 1 – André Rachadel – Gracie Barra 2 – Patrique Damasio Bressan – Rilion Gracie JJ 3 – Fernando Wagner V. dos Santos – BTT 3 – Rodrigo Sodré Soares Pereira – ESJJ (Excelence School of Jiu-Jitsu)

 

PRETA / Master 1 / Masculino / Pesado 1 – Rodrigo Fagonde Motta – A.S Team 2 – Bruno de Barros Rocha – CheckMat 3 – Julio Andrade Viotti – FF Team BJJ 3 – Rafael Martins de Oliveira – De La Riva SC

 

PRETA / Master 1 / Masculino / Super Pesado 1 – Fabiano Junior Leite de Souza – FF Team BJJ 2 – Reginaldo Rocha – A.S Team 3 – Jeferson Godoi – De La Riva SC 3 – Rafael Longen – A.S Team

 

PRETA / Master 1 / Masculino / Pesadíssimo 1 – Fernando Fernandes Gomes Macedo – Ryan Gracie Team B 2 – Jeferson Conceição dos Santos – CheckMat 3 – Derlis Emerson Rodriguez – Yoneda Team BJJ 3 – Tiago Pereira Neves – Rilion Gracie JJ

 

PRETA / Master 1 / Masculino / Absoluto 1 – Jeferson Conceição dos Santos – CheckMat 2 – Bruno de Barros Rocha – CheckMat 3 – Jeferson Godoi – De La Riva SC 3 – Ricardo Fernando da Silva – Rilion Gracie JJ

 

PRETA / Master 2 / Masculino / Pluma 1 – Leandro Lopes Escobar – Soul Fighters BJJ 2 – Jairo Rogerio Flores Taborda – Tatu BJJ

 

PRETA / Master 2 / Masculino / Pena 1 – Julio Cesar Augusto Mesquita Sampaio e Guadanhini – Nova União 2 – Lucas Cabeleira Flores – Gracie Barra 3 – Emanuel Ayres de Medeiros – Gracie Barra 3 – Marcos Lanzer de Souza – WinnerJJ

 

PRETA / Master 2 / Masculino / Leve 1 – Bruno Silva Souza – Flavio Teixeira Jiu-Jitsu 2 – Leonardo Andrade Santos Laiola – GF Team 3 – Marcelo Hathy Correia – Gracie Barra

 

PRETA / Master 2 / Masculino / Médio 1 – Paulo Procopio de Araujo – Ryan Gracie Team 2 – Alexandre Di Chiara Guimarães Salgado – Soul Fighters BJJ 3 – Francisco Rondineli Frizon – Gracie Barra 3 – Henrique Ismael Bertoldo – Jaraguá BJJ

 

PRETA / Master 2 / Masculino / Meio-Pesado 1 – Gustavo Ramos Campos – Atos Jiu-Jitsu 2 – Denys Moura Martins – Guigo JJ 3 – Alvaro Alexandre Francescon – Gracie Barra 3 – Ricardo Borges Bortoluzzi – Ataque Duplo

 

PRETA / Master 2 / Masculino / Pesado 1 – Luiz Vicente Soares da Silva – A.S Team 2 – Roberto Sell Leite – A.S Team 3 – Conrado Silveira Bucker – Ns Brotherhood 3 – Mateus Conforto dos Santos – Gracie Barra

 

PRETA / Master 2 / Masculino / Super Pesado 1 – Diogo Oliveira de Souza – A.S Team 2 – Theo Camargo de Loyola – Arena JJ 3 – Edmar de Castro Soares – Ryan Gracie Team B 3 – João Anderson Ferreira de Almeida – Zenith BJJ

 

PRETA / Master 2 / Masculino / Pesadíssimo 1 – Ricardo Rubio de Carvalho – CheckMat 2 – Edson Francisco de Paula Junior – PSLPB Cicero Costha 3 – Joferson Marcio Souza de Deus – Infight JJ 3 – Leonardo Santos Ferreira – Nova União

 

PRETA / Master 2 / Masculino / Absoluto 1 – Gustavo Ramos Campos – Atos Jiu-Jitsu 2 – Diogo Oliveira de Souza – A.S Team 3 – Ricardo Borges Bortoluzzi – Ataque Duplo 3 – Theo Camargo de Loyola – Arena JJ

 

PRETA / Master 3 / Masculino / Leve 1 – Márcio Marques Mendonça – Equipe A 2 – Rafael Azambuja Vares – Equipe Behring 3 – Dilmar Jose Dartora – Rilion Gracie JJ 3 – Samuel Saul do Nascimento – Gracie Barra

 

PRETA / Master 3 / Masculino / Médio 1 – Marcelo Pereira Dourado – GF Team 2 – Cleber Maguerroski – Alliance 3 – Leonardo Augusto Martins Loureiro – GF Team

 

PRETA / Master 3 / Masculino / Meio-Pesado 1 – Alex Luiz dos Anjos Santos – Michel Maia Jiu-Jitsu 2 – Marcelo Quintanilha Adilino – Rilion Gracie JJ

 

PRETA / Master 3 / Masculino / Pesado 1 – Marcio Pinheiro Couto – Rilion Gracie JJ 2 – Marcelo Albuquerque de B. Braga – Alliance

 

PRETA / Master 3 / Masculino / Super Pesado 1 – Giovane Gioli Pereira – Gracie Barra 2 – Carlos Evandro Albernaz M. Neto – A.S Team 3 – Bernardo Travassos de Lucena – A.S Team 3 – Geberson Vaz Fernandes – Scorpyon Jiu-Jitsu

 

PRETA / Master 3 / Masculino / Pesadíssimo 1 – Carlos Cesar Bonassoli – CheckMat 2 – Adilson Higa Dorval – Higa Jiu-Jitsu Clube 3 – Elieser Leandro Zanella – Gracie Barra

 

PRETA / Master 3 / Masculino / Absoluto 1 – Giovane Gioli Pereira – Gracie Barra 2 – Elieser Leandro Zanella – Gracie Barra 3 – Alex Luiz dos Anjos Santos – Michel Maia Jiu-Jitsu 3 – Cleber Maguerroski – Alliance

 

PRETA / Master 4 / Masculino / Leve 1 – Adalton de Carvalho – Tonicão Team BJJ

 

PRETA / Master 4 / Masculino / Médio 1 – José Marivan Alves Feitosa – Zenith BJJ 2 – Oswaldo Rêgo Junior – De La Riva SC

 

PRETA / Master 4 / Masculino / Meio-Pesado 1 – Almansor Vaz – Zenith BJJ 2 – Francisco Slobodan Lopes – Gracie Barra

 

PRETA / Master 4 / Masculino / Pesado 1 – Giovanni Reis – Giovanni Reis Team

 

PRETA / Master 4 / Masculino / Super Pesado 1 – Marcelo Alexander Ferreira – Alliance

 

PRETA / Master 4 / Masculino / Pesadíssimo 1 – Paulo Cesar Furlan – Otávio de Almeida

 

PRETA / Master 4 / Masculino / Absoluto 1 – José Marivan Alves Feitosa – Zenith BJJ 2 – Oswaldo Rêgo Junior – De La Riva SC 3 – Giovanni Reis – Giovanni Reis Team 3 – Marcelo Alexander Ferreira – Alliance

 

PRETA / Master 5 / Masculino / Leve 1 – Ricardo Guimarães – Gracie Humaita Temecula

 

PRETA / Master 5 / Masculino / Absoluto 1 – Ricardo Guimarães – Gracie Humaita Temecula

 

PRETA / Master 6 / Masculino / Leve 1 – Antonio Carlos Leite – GF Team

 

PRETA / Master 6 / Masculino / Médio 1 – Plábito Silva Dutra – N1 Cia de Artes Marciais

 

PRETA / Master 6 / Masculino / Absoluto 1 – Plábito Silva Dutra – N1 Cia de Artes Marciais 2 – Antonio Carlos Leite – GF Team

Espectador sai da arquibancada, assume luta principal e é salvo pelo Jiu-Jitsu

O triângulo que deu a Luís o título do JF Fight em sua estreia no MMA. Foto: Leonardo Fabri

O que aconteceu na 18ª edição do Juiz de Fora Fight, no último sábado, em Minas Gerais, foi digno de enredo de filme dramático de Hollywood.

Um espectador que nunca tinha lutado MMA saiu da arquibancada direto para o cage para substituir um dos lutadores da luta principal do evento, venceu por finalização no primeiro round, conquistou o cinturão e aproveitou o momento de glória para pedir a namorada em casamento. O nome dele é Luís Felipe Alvim, agora campeão dos meio-médios do JF Fight.

O enredo de um herói improvável

A história começou a se desenhar no dia anterior ao evento, quando Carlos Eduardo Blade estourou 400 gramas na pesagem oficial. Seu adversário, Claudinei Kall, ficou irritado com o fato, mas a princípio aceitou a luta. Entretanto, no dia seguinte, já na hora do evento, Kall informou à organização que não lutaria, colocando em xeque o combate principal da noite que era guardado por 1500 pessoas, lotação máxima do palco da edição, o Gran Victory Hotel.

Luís Felipe Alvim, de 22 anos, pagou o ingresso para assistir às lutas. Já dentro do evento, a uma hora do último combate, soube do acontecido. Grau preto de muay thai, aluno do lutador do UFC Felipe Silva, e faixa azul de Jiu-Jitsu, ele se prontificou a enfrentar Carlos Eduardo Blade, visivelmente mais pesado e até então dono de um cartel com cinco vitórias e uma derrota. Presidente da organização, Vagner Araújo aceitou a sugestão, assim como Blade, e os lutadores subiram ao cage.

Na sua primeira caminhada em direção a um palco de MMA, Luís Felipe Alvim foi ovacionado pelo público presente como se fosse uma grande estrela, reconhecimento pela coragem de ter aceitado o desafio. A luta começou com os atletas na trocação, com ligeira vantagem para Alvim.  Ao enxergar o perigo, Carlos Eduardo Blade levou a luta para o solo e não poupou energia no ground and pound. Com frieza incomum, Alvim primeiro encaixou um armlock da guarda, que foi defendido por Blade. Em seguida, aplicou um triângulo daqueles de manual, inapelável, obrigando o oponente a dar os três tapinhas. Como não poderia ser diferente, o público ficou ensandecido e alguns fãs até invadiram o cage para carregá-lo. De posse do cinturão e do microfone, Luís Felipe Alvim ainda teve fôlego para pedir a namorada em casamento, pedido que foi aceito de imediato.

“Eu vim, paguei o ingresso normal”, contou Luís. “Eu e minha namorada gastamos 80 reais porque um amigo fez mais barato. Cheguei aqui e ninguém esperava isso, nem eu mesmo, Apareceu a luta e eu falei que lutaria. Isso faltando uma hora para a duelo. Fui para lutar em pé, mas o meu chão está afiado, pois estou treinando muito Jiu-Jitsu. Apesar de ser oriundo do muay thai, deu tudo certo no chão. Tomei uns dois ‘flashs’ ali no ground and pound, mas no final achei o triângulo.

“Para mim eu estava em casa dormindo, não parecia que eu estava aqui, parecia um sonho. Mais cedo eu mostrei um vídeo para a minha noiva, do filme ‘Tróia’, no qual um garoto fala para o Aquiles que nunca lutaria contra um gigante como o Aquiles lutaria, e o Aquiles disse que, por conta disso, o nome desse garoto nunca será lembrado. Fiquei com isso na cabeça, parecia um presságio.”

Não bastasse tudo o que foi relatado acima, a história do novo campeão é ainda mais interessante. Além de dar aulas de muay thai, ele também faz brownies para complementar a renda, fato que ele escondia da maioria das pessoas.

“Dou de três a quatro aulas por dia e faço brownies em casa para a minha namorada vender no trabalho dela. Ninguém imagina que sou eu que faço, nem mesmo meu mestre. Eu digo que é ela quem faz, porque eu tenho vergonha de falar que eu faço”, revelou. “Antes do evento eu trouxe uma bolsa cheia (de brownies) para vender e poder pagar o ingresso, só que cheguei atrasado e já não tinha ninguém do lado de fora para comprar. Pensei: ‘Ferrou! Estou sem dinheiro para passar o mês’. Mas Graças a Deus, e não tem outra explicação, aconteceu isso tudo e agora eu volto para casa com o dinheiro da minha primeira bolsa de MMA.”

Confira os resultados do evento:

JF Fight 18
Juiz de Fora-MG
7 de outubro de 2017

Luís Felipe Alvim finalizou Carlos Eduardo Blade no triângulo aos 4min28s do R1

Paulo Victor venceu Éder Bambu por decisão unânime

Glyan Alves venceu Mauro Leopoldo por decisão unânime

Rodrigo Zé Colmeia finalizou Everton Zé Colmeia na kimura a 1min39s do R1

Tatiane Brutus finalizou Fernanda Caetano no armlock aos 3min28s do R1

Alex Rodrigues finalizou Jorge Luís no armlock aos 3min23s do R2

Daniel Miojo vencey Felipe Preto por nocaute técnico aos 4min57s do R1

Júlio César Chaves venceu Rafael Encrenca por decisão unânime

Rafael Santos venceu Jhony Winchester por decisão unânime

(Fonte: Assessoria de imprensa)

UFC 216: a apoteose das chaves e do Jiu-Jitsu

Demetrious Johnson com seu armlock campeão. Foto: Jeff Bottari/Zuffa LLC via Getty Images

A cidade de Las Vegas recebeu nesse sábado, dia 7 de outubro, o UFC 216, mas quem fez a festa foram os fãs do Jiu-Jitsu. Das cinco lutas programadas para o card principal, quatro delas terminaram por finalização, duas dessas em combates decisivos que valiam cinturão.

Veja abaixo as transições e as finalizações do card principal e estude com o MMA para melhorar o seu jogo no Jiu-Jitsu!

Mara Borella x Kalindra Faria

Em duelo de estreantes no UFC, a italiana Mara Borella encarou a brasileira Kalindra Faria. O duelo não se estendeu muito, já que Mara, ainda nos primeiros minutos do combate, ganhou as costas de Kalindra e de lá buscou o ajuste fino para apertar no mata-leão.

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Fabrício Werdum x Walt Harris

Situação complicada para Werdum em sua luta no UFC 216. Originalmente escalado para encarar Derrick Lewis, que deixou o combate pouca horas antes do card por conta de lesão, o brasileiro quase ficou sem lutar. Contudo, o americano Walt Harris foi promovido de última hora e encarou o ex-campeão peso pesado.

“Meu empresário me avisou no quarto”, disse Werdum. “Eu achei que ficaria sem luta. Minutos depois ele disse que poderia ser o Harris. Eu aceitei, vi uma luta dele no caminho até o ginásio e meus treinadores disseram para eu encurtar e finalizar.”

Obediente, Fabrício levou a luta para o chão, estabilizou bem por cima, pegou as costas e surpreendeu com uma bela transição para o armlock no primeiro minuto de luta.

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Demetrius Johnson x Ray Borg

Luta histórica na carreira de DJ. Com o sucesso, além de defender o cinturão peso-mosca, o americano se colocaria com mais defesas de título que Anderson Silva, superando assim o recorde do brasileiro. Ray Borg era o adversário designado para estragar a festa, mas Demetrious mais uma vez mostrou porque é considerado o melhor atleta peso por peso do Ultimate.

Foram quatro assaltos de controle absoluto, com variações constantes para golpear Borg. No quinto round, mesmo com a luta ganha, DJ partiu para definir com o Jiu-Jitsu: o campeão cinturou pelas costas, arremessou Borg para o alto como se fosse quedar no suplê e, com Ray ainda no alto, laçou o braço e finalizou no armlock para delírio dos fãs.

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Tony Ferguson x Kevin Lee

Luta principal cercada de expectativa, Ferguson x Lee foi de fato um grande duelo. O combate começou com pressão de Lee, ao aplicar golpes duros na trocação. Ferguson, por sua vez, fez belos ataques no solo, todos bem defendidos por Lee, que teve as melhores quedas.

No terceiro dos cinco assaltos, já que a luta valia o cinturão interinos dos leves, Ferguson mais uma vez atacou no triângulo, mas agora com melhor refino no ajuste. O aluno de Eddie Bravo não deixou Kevin escapar e conseguiu tirar os três tapinhas do oponente. Agora, Ferguson aguarda por Conor McGregor, campeão linear da divisão.

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E para você, amigo leitor, qual foi a melhor finalização desta noite recheada no UFC 216? Poste nos comentários!

UFC 216
T-Mobile Arena, Las Vegas, NV
7 de outubro de 2017

Tony Ferguson finalizou Kevin Lee no triãngulo aos 4min02s do R3
Demetrious Johnson finalizou Ray Borg no armlock aos 3min15s do R5
Fabrício Werdum finalizou Walt Harris no armlock a 1min05s do R1
Mara Romero Borella finalizou Kalindra Faria no mata-leão aos 2min54s do R1
Beneil Dariush x Evan Dunham foi declarado como empate majoritário

Card preliminar

Cody Stamann venceu Tom Duquesnoy na decisão dividida dos jurados
Lando Vannata x Bobby Green foi declarado como empate
Poliana Botelho venceu Pearl Gonzalez na decisão unânime dos jurados
Matt Schnell venceu Marco Beltrán na decisão unânime dos jurados
John Moraga nocauteou Magomed Bibulatov pa 1min38s do R1
Brad Tavares venceu Thales Leites na decisão unânime dos jurados

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5 dicas de Lucas Hulk para melhorar sua passagem de guarda no Jiu-Jitsu

Lucas Hulk faz postura para abrir a guarda e passar. Foto: Mike Calimbas/IBJJF

Lucas Barbosa, o popular Hulk, é um caçador de medalhas da IBJJF. Só este ano, Hulk brilhou no San Diego Open, Las Vegas Open, San José Open, Chigaco Open, Asian Open e Dallas Open no peso meio-pesado e absoluto, além de uma medalha de prata no Pan da IBJJF.

Hulk é daqueles campeões que estudam e buscam alternativas para cada posição. O estudo sempre dá resultados, como podemos ver nas recentes conquistas de Hulk. Dono de excelentes passagens de guarda, o faixa-preta da Atos é o professor do dia no GRACIEMAG.com para ajustar seu jogo por cima. Leia as dicas do campeão e vá treinar com seu companheiros de equipe!

1. Quebre as pegadas

Sempre que for fazer qualquer passagem de guarda, procure quebrar as pegadas do guardeiro, principalmente se uma das mãos estiver em sua gola. A pegada é uma das partes essenciais do bom guardeiro, e você deve ficar atento. A quebra de pegadas pode ajudar muito na hora do combate, pois evita que o guardeiro arme qualquer raspagem.

2. Movimente-se

Ao se movimentar, você encontra o espaço para armar sua passagem de guarda. O ato de movimentar é para anular as tentativas de raspagem do guardeiro também. Se o guardeiro faz uma guarda laçada, por exemplo, você precisa se mexer para sair desta posição. Mova-se para abrir espaço.

3. Você primeiro

Faça pegadas dominantes. Você deve fazer suas pegadas primeiro, pois são elas que vão mostrar o caminho de como você vai passar a guarda. Se você gosta de passar emborcando, cruzando o joelho, ou de qualquer outra forma, faça sempre as pegadas dominantes. Bloquear o quadril do guardeiro é também um bom caminho para fazer sua passagem de guarda.

4. Utilize a pressão

Quando você domina as pegadas e movimenta para passar, você não pode esquecer de colocar pressão. Às vezes, os passadores não conseguem chegar do lado guardeiro, porque não colocam pressão na passagem. Quando você combina pegadas dominantes, movimentação e pressão, sua passagem torna-se justa.

5. Estabilize ou “estará tudo perdido”

Para a passagem ser concluída, você precisa estabilizar. Então, não opte somente por chegar do lado do guardeiro, mas sim, estabilizar a posição. Quando estiver perto do cem-quilos, não esqueça de manter seu quadril baixo, assim evitando que o guardeiro reponha a guarda. No mais, treine bastante e você verá sua evolução.

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Abu Dhabi Grand Slam do Rio de Janeiro planeja festa do ParaJiu-Jitsu

Atleta brasileiro de ParaJiu-Jitsu, Kelvin Clay já competiu em Abu Dhabi. Foto de Marko Nyman/Divulgação

O mês de novembro promete grandes emoções ao fãs apaixonados pela arte suave. Entre os dias 10 e 12, o Abu Dhabi Grand Slam retorna ao Rio de Janeiro para realizar grandes disputas de Jiu-Jitsu, na Arena Carioca 1.

Para esta edição, além dos duelos no torneio, a UAEJJF está organizando mudanças para as disputas no ParaJiu-Jitsu, modalidade no qual apenas atletas com necessidades especiais competem. Entre os planos, segundo conversas dos atletas com a organização, é que neste etapa já comece a contagem de pontos para um ranking.

A pontuação, acumulada em três etapas, premiará os melhores colocados nas 13 categorias do ParaJiu-Jitsu com passagens para o Abu Dhabi World Pro, nos Emirádos Árabes, assim como é nas divisões comuns nos torneios da federação.

As outras duas etapas que contam pontos para o ranking no Brasil ainda serão confirmadas. No total, o Brasil conta com 56 atletas de ParaJiu-Jitsu registrados, numero maior do que os atletas que disputaram o último torneio mundial da modalidade, que contou com 55 atletas.

E você, amigo leitor, ainda duvida do poder de inclusão do Jiu-Jitsu? Fique ligado no GRACIEMAG.com para mais informações sobre o mundo da arte suave!

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Relembre os melhores lances e estude a finalização do aposentado Rafael “Sapo” Natal

Faixa-preta de Jiu-Jitsu e competidor no MMA, Rafael “Sapo” Natal tomou uma decisão que, por vezes, pode ser a mais difícil da vida do lutador: a hora de parar.

O mineiro de 34 anos, com 12 destes dedicados ao esporte de luvinhas, se aposentou do peso médio do UFC após amargar três derrotas consecutivas na organização. O anúncio veio no programa MMA Hour:

“Conversei com minha família, meus amigos e meus treinadores”, disse Rafael. “Esse é o momento. Tenho um novo foco na minha carreira, agora como treinador, então isso é a coisa certa a fazer no momento.”

Sapo terminou a caminhada no MMA com 21 vitórias, nove derrotas e um empate. NO UFC, venceu nomes como Uriah Hall, Chris Camozzie e João Zeferino. Agora, resta saber se Rafael ainda tem garrafas para vender um um possível retorno aos tatames.

Formado por Vinícius Draculino na Gracie Barra BH, hoje tocada pelos nossos GMIs Cláudio Caloquinha e Sérgio Benini, que já formou nomes como Rômulo Barral, Felipe Preguiça e Gabriel Arges, Sapo tem qualidades de sobra para brilhar nos torneio de Jiu-Jitsu.

Confira no vídeo abaixo a primeira finalização da fera no UFC, relembre a movimentação justa do faixa-preta e diga nos comentários se Rafael Sapo deveria voltar a competir de kimono!

Fox Sports transmite ao vivo o Bellator 184, com Dudu Dantas em defesa de cinturão

Dudu parte para sua quarta defesa de título.

Nesta sexta-feira, dia 6 de outubro, os canais Fox Sports exibem, ao vivo e com exclusividade, o Bellator 184.

O evento terá como luta principal a defesa do cinturão dos pesos-galos, com o brasileiro Dudu Dantas contra o americano Darion Caldwell.

O Fox Sports 2 transmite as lutas preliminares a partir das 20h. Na sequência, às 22h, os combates principais passam para a tela do Fox Sports.

Além da segunda defesa de cinturão de Dudu, outros dois brasileiros sobem na arena. O amapaense John Macapá encara o americano e ex-campeão dos pesos-penas Pat Curran, enquanto Leandro Higo pega o lutador de Guam, país da micronésia, Joe Taimanglo.

“Dudu é atualmente o campeão mais dominante do Bellator”, explica o comentarista do Fox Sports, Mário Filho. “Conquistando inclusive o título mundial dos galos duas vezes. Uma defesa de cinturão bem-sucedida na noite de sexta-feira é imprescindível para manter o Brasil na hegemonia dentro da organização.”

Já para Éder Reis, narrador dos canais Fox Sports, será um super card principal para o Brasil. “Teremos quatro lutas principais e três delas com brasileiros. Destaque para o Dudu defendendo a cinta dos galos contra Caldwell, um confronto que deve exigir muito condicionamento do Dudu. Não será diferente com o John Macapá, que está diante do maior desafio da carreira. Pat Curran é ex-campeão, deve vir com tudo e é um dos melhores da categoria. O Leandro Higo, que estreou com derrota para o Dudu, tem grande chance de reabilitar num teste de fogo, contra um adversário que não para um instante, mas é limitado, estas são as credencias deste Bellator 184.”

O Bellator 184 será realizado em Oklahoma e terá a transmissão exclusiva dos canais Fox Sports com a narração de Éder Reis e os comentários de Mário Filho.

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Vídeo: A guilhotina que apagou um atleta do UFC no Brasileiro Sem Kimono

Thiago Abreu na guilhotina letal do Brasileiro Sem Kimono. Foto: IBJJF

Entre lutas de alto nível técnico, o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu Sem Kimono de 2017, realizado pela CBJJ no último fim de semana, no Tijuca Tênis Club, acabou promovendo o retorno aos dojôs da fera do UFC Rani Yahya, que foi parado em luta dramática.

Foi na final do adulto peso leve. De um lado, o casca-grossa Thiago “Baiano” Abreu, da CheckMat. Do outro, Rani Yahya, faixa-preta da Constrictor Team, campeão do ADCC em 2007 e atleta do UFC na divisão de peso-galo.

No duelo, Rani fez a primeira investida após se estudarem em pé, com um ataque no single-leg. Thiago prontamente atacou na guilhotina, ainda em pé, e foi para o chão na intenção de ajustar e liquidar a fatura.

Rani brigou para escapar do golpe, mas após o giro de Thiago o atleta do UFC acabou por apagar no golpe. O árbitro Rodrigo Totti, nosso GMIchecou Rani e ao reparar que o atleta não tinha resposta encerrou o combate, com pouco menos de um minuto de luta.

Veja abaixo o duelo entre Thiago Abreu e Rani Yahya no Brasileiro Sem Kimono!

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GMI: Veja como Alberto Ramos derrubou e finalizou pelo ouro no Brasileiro de Jiu-Jitsu Sem Kimono

Alberto Ramos posa orgulhoso com sua medalha dourada no Tijuca Tênis Club. Foto: Arquivo pessoal

Sempre ativo nas competições mais importantes do calendário da arte suave, nosso GMI Alberto Ramos, da GFTeam Cachambi, mordeu mais um ouro para seu currículo.

O competidor entrou em ação no Brasileiro de Jiu-Jitsu Sem Kimono da CBJJ, realizado no último final de semana, e voltou para casa com o título no peso pesado adulto. Para tal, Alberto encarou e venceu Lourival Neto (Ac. Atitude) em belo lance.

Para garantir o título, Alberto fintou a e derrubou com um bote certo nas pernas. Em seguida, avançou para as costas e de lá apertou num justo mata-leão.

Veja o lance no vídeo abaixo e não deixe de conhecer uma academia GMI perto de você!

Team Nogueira Cachambi
Rua Garcia Redondo, 163
Cachambi, Rio de Janeiro
# (21) 3173-0112
Contato@teamnogueiracachambi.com.br
www.teamnogueiracachambi.com

Veja como um ladrão se deu mal ao tentar invadir a academia de Jiu-Jitsu

O larápio não pensou duas vezes e saiu correndo ao ser perseguido pelos atletas do Jiu-Jitsu.

Uma cena inusitada foi flagrada em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Um larápio tentou invadir as dependências da Gracie Barra no bairro para praticar um furto. O que ele não contava, porém, é que estava bem na hora da aula de Jiu-Jitsu.

Após disfarçar um papo com a recepcionista, o gatuno pulou a roleta e invadiu o local para roubar o celular da moça. Contudo, ao reparar a movimentação, os alunos deixaram o dojô e foram pra cima do ladrão, que saiu em disparada pela mesma porta que entrou e foi seguido pelos atletas da Gracie Barra.

“Eram dois homens”, disse a recepcionista em entrevista ao G1. “Um ficou lá fora na bicicleta e o outro entrou na academia. Ele não chegou anunciando assalto. Veio até a recepção e pediu uma informação. Mas como eu desconfiei e não respondi, aí ele pulou a catraca já pedindo meu celular. Me cercou na escada e tentou tirar o celular da minha mão. O criminoso puxou meu cabelo para tentar me levar para perto dele, mas eu afastei com o braço. Aí, nesse momento, ele levantou a camisa e disse: ‘Vou te matar’. Mas não dava para identificar que tipo de arma era. Não dava para saber se era uma faca ou um revólver. A minha sorte foi que um aluno viu a situação e chamou os outros. Assustado, o bandido correu e fugiu numa segunda bicicleta.”

Confira no vídeo abaixo a cena do ladrão que se deu mal ao invadir a academia de Jiu-Jitsu!

Osvaldo Queixinho ensina arapuca para finalizar o passador no Jiu-Jitsu

Queixinho conclui o estrangulamento sorrateiro com a lapela. Foto: Reprodução

Faixa-preta da Ares BJJ e competidor sedento, com participações nos torneios tanto como adulto quanto máster, Osvaldo “Queixinho” Moizinho segue em ritmo ascendente em suas conquistas no Jiu-Jitsu.

Em sua mais recente competição, Queixinho faturou dois ouro no adulto do México Open de Jiu-Jitsu, com atuações de tirar o fôlego. Numa dessas batalhas, Queixinho aplicou um estrangulamento sorrateiro com o uso da guarda de lapela, e o professor gravou um vídeo ensinando detalhes da finalização.

No detalhe, Queixinho mostra a posição correta para alimentar a mão oposta com o pano da lapela por baixo do joelho, criando a arapuca para asfixiar o adversário. Assim que o bote está montado, Queixinho deixa que o inimigo passe a guarda, para assim laçar a cabeça e estrangular com pressão.

Para o oponente que se sente ameaçado na posição e não passa, Queixinho mostra uma segundo opção para buscar a cabeça do adversário e finalizar no mesmo estrangulamento.

Confira no vídeo abaixo, fique atento nos detalhes da posição e pegue todo mundo no seu próximo treino ou campeonato!

(Fonte: Assessoria de imprensa)

Prime Experience: Jiu-Jitsu reúne mais de 4 mil fãs e atletas no São Paulo Futebol Club

Erberth Santos faturou o absoluto faixa-preta. Foto: Reprodução

O Jiu-Jitsu ganhou mais um palco especial no calendário brasileiro. Em sua primeira edição, o Prime Esportes Jiu-Jitsu Experience reuniu cerca de 4 mil pessoas no ginásio do São Paulo Futebol Club no último domingo. Além de muitas lutas boas para os fãs e oportunidades para novos atletas, o evento ainda arrecadou mais de uma tonelada de alimentos que serão doados a famílias carentes numa parceria com a Legião da Boa Vontade.

“O evento foi um sucesso. Atingimos todas as expectativas: de público, ações, infraestrutura, enfim… não poderia ser melhor. Foi um dia inteiro recheado de competições, confraternização entre a galera do Jiu-Jitsu, realmente um evento para celebrar a amizade, a união dos amantes da arte suave. A gente sabe que o dever foi cumprido quando as pessoas vêm a nós para elogiar, falar bem, e foi isso o que aconteceu ao final do evento. Estou muito feliz e aproveito para agradecer a todos que contribuíram para que nossa primeira edição tenha sido um sucesso. Ano que vem tem mais!”, declarou o diretor comercial e de marketing Fabiano Marinho.

Responsável pelas relações institucionais da Super Rádio Brasil e da Legião da Boa Vontade, que são parceiras da Prime Esportes há quase oito anos em ações que promovem as artes marciais em comunidades no estado do Rio de Janeiro, Pedro Paulo Torres exaltou a arrecadação de alimentos em prol das famílias necessitadas.

“Estamos muito contentes com o resultado dessa parceria que arrecadou mais de uma tonelada de alimentos. A nossa relação com a Prime tem quase 10 anos de existência, temos como base a instalação de modernas salas de artes marciais buscando dar o melhor para a comunidade, para que o jovem tenha a oportunidade de praticar esportes e receber os ensinamentos de disciplina e hierarquia. O presidente da LBV, o jornalista e educador José de Paiva Netto, destaca que temos que dar o melhor para os nossos jovens, para que os jovens possam nos dar o melhor que eles têm”, exaltou.

Lutador peso meio-pesado do UFC e oriundo do Kickboxing, o faixa marrom de Jiu-Jitsu Marcos Rogério Pezão também participou do evento, conquistou o ouro de sua categoria e fez elogios à organização.

“Foi um ótimo evento, muito bem organizado, lutas muito bem divididas, horários certinhos, bastante área de tatame, evento de alto nível mesmo. Geralmente os eventos de Jiu-Jitsu pecam no cronograma, mas este evento realmente cumpriu tudo que foi prometido. Estou muito feliz por voltar a competir de pano e ver que tem evento assim. Não vejo a hora de lutar de novo”.

Jovens atletas de comunidades subiram ao pódio

Além da participação de atletas já consagrados no Jiu-Jitsu, caso de Erberth Santos, e do lutador do UFC Marcos Rogério Pezão, o Prime Esportes Jiu-Jitsu Experience deu oportunidade para jovens talentos mostrarem suas habilidades no tatame. Um dos projetos sociais que faz parte da parceria entre LBV, Super Rádio Brasil Prime Esportes e Boomboxe, o EGM Team/Nova União, da favela de Manguinhos, no Rio, voltou para casa com uma coleção de medalhas.

“Graças a Deus conquistamos sete medalhas, sendo cinco de ouro e uma de prata. Ficamos muito felizes em poder representar nossa comunidade em outro estado e ainda mais com bons resultados, mostrando os talentos locais que temos. Nada disso seria possível sem a LBV, presidida pelo jornalista José de Paiva Netto, a Super Rádio Brasil e a Prime Esportes, que sempre nos dão apoio para levar nossos jovens a eventos de alto nível como este”, disse o professor Erivan Gonçalves. “Gostaria de parabenizar todos os envolvidos no evento, pois foram impecáveis, tanto na organização quanto na estrutura e na nossa recepção, nível de campeonatos importantes mesmo, sem falar nos profissionais e nos horários cumpridos, além das oficinais, como cursos de primeiros socorros, didáticas para quem pretende dar aula, uso de protetor bucal etc”.

Outro projeto que também marcou presença foi o Team Conche/Dida Jiu-Jitsu, da Zona Oeste de São Paulo, que atende a cerca de 70 crianças entre 7 e 17 anos de idade, além dos pais, quem têm uma turma especial para treinos. A equipe fez bonito no Prime Esportes Jiu-Jitsu Experience.

“Graças ao apoio da LBV conseguimos levar 10 atletas. Tivemos um balanço bastante positivo, pois conseguimos cinco medalhas de ouro, três de prata e duas de bronze, além da experiência passada pelas crianças, o que é impagável. Ações como essa é importante para nós, pois é difícil para os projetos sociais em geral bancar a participação dos alunos em campeonatos grandes, porque fica muito caro. E esses jovens tem uma vontade de vencer ainda maior, pois muitos deles treinam com fome, depois de um dia inteiro que passam na escola, ou mesmo na rua. Agora com o apoio da LBV nossos alunos terão a oportunidade de conhecer esses grandes eventos”, disse Alex Antoniazzi, um dos colaboradores do projeto paulista.

(Fonte: Assessoria de imprensa)

GMI: a defesa simples de mestre Macarrão contra o estrangulamento na guarda

Marcio Macarrão com os filhos faixas-pretas Neiman e Deborah Gracie. Foto: Divulgação

Nosso mais novo GMI, mestre Marcio “Macarrão” Stambowsky ensina hoje no GRACIEMAG.com uma de suas defesas mais simples e eficazes contra o sempre incômodo estrangulamento cruzado na guarda.

O faixa vermelha-e-branca, que ensina na Gracie Sports de Connecticut, nos EUA, costuma ensinar sua legião de jovens alunos a simplesmente “atender o telefone”, e mandar aquele recado claro e direto ao adversário: “Alô! Daqui você não me finaliza mais!”.

Veja a defesa do paizão de Neiman Gracie e procure testar e repetir nos treinos:

Machucou? Conheça o cardápio ideal para o lutador de Jiu-Jitsu contundido

Bacalhau também faz parte da Dieta Gracie. Foto: Divulgação

Nada mais normal na vida de um lutador do que sentir ocasionalmente aquele incômodo muscular. A dor, como disse um sábio bem-humorado, pode realmente ser a fraqueza saindo do corpo.

Seja como for, com lesões não se brinca. Um tempinho atrás, a edição #196 de GRACIEMAG publicou um artigo útil para o atleta dolorido voltar aos treinos embalado, a partir de um cardápio inteligente.

“Você sabe por que seus músculos ficam latejando após um campeonato ou sessão árdua de treinos? Esqueça mitos como o ácido lático ou falta de malhação. O incômodo é normal, e faz parte de um processo natural de inflamação do corpo humano, uma resposta ao esforço físico em excesso”, começava o artigo, incentivando o praticante de Jiu-Jitsu a não ir à farmácia, mas ao supermercado mais próximo.

O segredo dos grandes campeões, de fato, é adotar um cardápio rico em alimentos com propriedades antiinflamatórias. Primeiro passo: cortar tudo que atrasa sua recuperação.

A ciência hoje concorda com a Dieta Gracie que um organismo saudável precisa ao máximo evitar a acidez – leia-se, reduzir ao máximo ou cortar refrigerantes, corantes, doces, farinhas, fritura, manteiga e outras gorduras. Eliminada ou reduzida a presença desses seus “adversários” na geladeira, basta contar com os alimentos aliados.

Alguns dos principais antiinflamatórios naturais são: Alga, óleo de fígado de bacalhau, raiz de gengibre, alho, salmão, atum e cebola. Outros alimentos úteis para desinflamar: amêndoa, bacalhau, abacate, castanha do Pará, cenoura, abóbora, uva, feijão e soja.

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